A publicação do Manual da DeRE confirma uma mudança estrutural relevante para a saúde suplementar no contexto da Reforma Tributária.
A apuração do IBS e da CBS no regime específico das operadoras passará a ser estruturada a partir do balancete contábil e da parametrização do plano de contas referencial ANS, com impactos diretos na segregação de receitas e na governança sistêmica.
Mais do que uma obrigação acessória, a DeRE redefine a lógica operacional de cálculo do tributo no setor.
O acompanhamento técnico antecipado será essencial para mitigar riscos na implementação.
No regime específico:
A contabilidade passa a desempenhar papel central na apuração.
Plano de contas ANS com impacto tributário
O plano referencial ANS passa a ter função tributária direta.
Cada conta analítica deverá:
A correta parametrização será determinante para a consistência da apuração.
Segregação de receitas é ponto crítico
A estrutura contábil deverá distinguir claramente:
Essas receitas podem estar sujeitas a tratamentos distintos no novo modelo.
Segregação inadequada pode gerar distorções na apuração.
Implementação exige integração estrutural
A DeRE demandará:
O risco principal está na parametrização que alimentará o sistema, e não apenas na transmissão do arquivo.
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