Quais são os limites da cobertura assistencial em demandas envolvendo TEA/TGD? Como diferenciar procedimento coberto, método terapêutico e protocolo proprietário? E de que forma a medicina baseada em evidências pode orientar uma defesa mais técnica?
Esses foram alguns dos temas debatidos no treinamento “Transtornos Globais do Desenvolvimento: assistência baseada em evidências”, promovido pela Academia M3BS e conduzido por Eric Andrade.
Durante o encontro, os participantes discutiram a correta delimitação da obrigação das operadoras, a distinção entre procedimentos cobertos e terapias autônomas, além de temas como carga horária terapêutica, rede assistencial e critérios técnico-regulatórios aplicáveis.
Mais do que analisar normas e precedentes, o treinamento proporcionou uma visão prática sobre a construção de teses defensivas alinhadas à regulação da ANS, à jurisprudência recente e à medicina baseada em evidências.
Seguimos promovendo conteúdo jurídico aplicado, conectado à realidade do setor e aos desafios enfrentados diariamente pela saúde suplementar.
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